4 estampas que você sempre poderá usar

Sabe-se há algum tempo, que na moda nada é novo, tudo é reaproveitado-reciclado-renovado. Não nos restam dúvidas sobre isso quando vamos limpar o guarda-roupa e pensamos que "eventualmente isso vai ser tendência de novo", como as saias midi, as top cropped, a famosa e eterna jaqueta de couro. Há inúmeras peças que vivem dando as caras por aí, mas e as estampas? Essas então nos rende ainda mais peças que entram e saem de moda sempre que dá. Pensando nisso, separei quatro estampas que você sempre poderá usar.

1- Xadrez
Entra ano, sai ano, e essa continua sendo a estampa de maior sucesso pra mim. Cai bem em todas as estações, além de hoje em dia vestir estilos que variam do grunge ao romântico século XXI.

2- Floral (com fundo preto)
O floral em si, já é um print que, independente do tempo, vive marcando presença. O floral com fundo preto é ainda melhor, pois graças a base escura, é ainda mais fácil combinar com outras peças e/ou fazer um mix de estampas.

3- Listras
Além da famosa ilusão de ótica que essa estampa oferece (engorda-emagrece), o básico dia a dia e a modernidade andam lado a lado. As listras são uma opção mais neutra, despojada e simples.

4- Onça (animal print)
Foi-se a época de que isso era coisa de perua. O animal print, em especial da onça, marca uma presença forte durante as estações mais quentes e ganha cada vez um público maior, despojado e elegante.

TWWD - Estampa Floral

Como todo mês, outubro não seria diferente e chegou a vez da sexta postagem do projeto The Way We Dress (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui), e a peça escolhida desse mês foi bem ampla, porque como vocês já repararam pelo título, selecionamos dessa vez a estampa floral. Pela primeira vez, as fotos foram feitas a noite, pelo Lucas da Hobby Job - projeto/marca que firmei parceria como contei no último post -, e eu escolhi uma combinação super basicona mesmo. Ah, pra quem ainda não viu, não se assustem com a mudança repentina na cor do meu cabelo.

 


Cropped: C&A / Saia: C&A / Jaqueta: C&A / Bolsa: Hobby Job  

Não deixem de conferir os outros 5 outfits das blogueiras mais lindas:

If you like it, wear it!

Para quem não sabe, o La Diabolique firmou parceria com uma nova marca e proposta chamada Hobby Job, onde você pode conferir entrevistas, dicas gerais - variando de livros, filmes, música, moda, etc - e a minha série de postagens todas as quintas-feiras, começando hoje (09/10). Resolvi fazer uma postagem de apresentação mesmo, pra expor o que eu pretendo propor por lá.


Se me perguntassem há seis anos o que é moda, provavelmente eu me arriscaria dizendo alguma baboseira sem sentido. Hoje em dia, quando penso nessa pergunta, me aventuro a responder que moda é um padrão introduzido na sociedade com influência gigantesca de criadores, lançadores de tendências - que em alguns momentos nem são tão boas assim; um conjunto de opiniões que se concretizaram e se espalharam rapidamente de alguma forma. Moda é uma questão de opinião, e não há ninguém isento desse padrão, por mais que você se ache excluso dele. O que eu descobri de seis anos pra cá,é que a minha opinião nesse universo consumidor é importante. É graças ao que eu penso e como eu me sinto em relação ao que eu visto, que tudo continua girando e funcionando (quase) perfeitamente. Quando escolho abordar temas sobre esse mundo, automaticamente me permito a abrir um leque de possibilidades infinitas, porque a forma como eu expresso a moda pode (e é) totalmente diferente de como você o faz, e é disso que eu realmente quero tratar. Quero que fique estabelecido que não faço da minha opinião algo supremo e que todas as contrárias são mais do que bem vindas. Quero que você pare e pense por qual motivo você deixou de usar aquela blusa que você ama, só por vergonha do que os outros iriam cochichar sobre na rua. Quero que seja esclarecido que, tudo que for dito, postado, lançado, criado, é uma opção. Nada é imutável, tudo se torna adaptável ao seu gosto e a sua personalidade. Nada é mais importante do que você se sentir confortável consigo mesma, e é disso que a moda deveria tratar, não é?! É dessa possibilidade que me sinto bem em criar, é desse prazer que espero encontrar todos os dias: descobrir quem você é e se expressar da maneira que você deseja, encontrar seu ponto de apoio no mundo e mesmo assim preferir saltar. Moda é o que você quer que ela seja, e se misturar mil estampas e tonalidades diferentes é o que você quer, então por que não?! If you like it, wear it!

O erro da homofobia.

Se você veio até aqui tentando descobrir o que raios você faz de errado sendo um homofóbico, tudo que eu posso começar dizendo é: você é homofóbico. Seu erro é exatamente esse.
Não é de hoje que nós presenciamos casos de violência com homossexuais exclusivamente pelo fato de eles gostarem do oposto que nós. Convenhamos que esse é o motivo mais ridículo de todos. Depois de tanto fazer mini comentários em compartilhamentos do facebook, resolvi que era a hora de juntar a minha opinião e fazer uma postagem esclarecedora sobre esse assunto, dividindo-a em dois itens:

1- Respeito
Se ciclana gosta de mulher, fulano de homem, beutranis dos dois, o que eu tenho a ver com isso? Se eu sou heterossexual porque nasci assim, por que eu deveria me achar no direito de julgar o homossexual como doente se o mesmo também nasceu assim? Por que eu poderia me dar ao luxo de pensar que esse é um problema, uma deformidade, uma aberração? Das únicas coisas que eu tenho direito sobre esse assunto, a principal delas é que eu posso escolher não querer reproduzir o ato, porém algo no qual eu tenho dever é, acima de tudo, entender que não tenho o que aceitar ou gostar, preciso respeitar. O que os outros escolhem fazer, ser, querer na vida deles, é um problema exclusivamente dos outros.

2- Preconceito - Casamento Gay - Adoção
Ninguém é livre de preconceitos, entretanto ele se torna ainda mais inaceitável quando você se acha apto para agredir verbal ou fisicamente, matar, excluir, limitar o outro por coisas que você optou não fazer/ser na sua vida. Eu acredito e sigo a seguinte frase: "O meu limite começa, aonde o do outro termina". Se não interfere na minha vida, vou prejudicar o outro pra quê? Vou impedir duas mulheres ou dois homens de se casarem por qual razão? Foda-se o convencional, esse termo é só mais uma coisa relativa como todas as outras coisas na vida. Se tem tanta criança abandonada querendo carinho, amor, lar, comida, estudo, por que raios um casal de gays dispostos a oferecerem isso e um mundo inteiro não são aptos para o fazer? Quem aqui acha que é deus ou uma força superior para determinar se alguém, a partir da opção sexual, se torna apto para alguma coisa? Pois é, ninguém é.

Eu poderia estender essa discussão em milhões de outros itens, mas fica claro que isso é apenas uma questão de respeito. Você, heterossexual, não é limitado pela sua opção sexual, mas gostaria se fosse? Quando somos crianças, aprendemos o conceito de empatia, vulgo "não fazer com os outros o que nós não gostaríamos que fizessem conosco", então se você espera que te respeitem e te tratem de forma digna, faça o mesmo com os outros. No fim das contas, somos todos feitos do mesmo pó que se arrasta por uns anos até ser comido de novo.

Tenho tatuagem bruta e ainda sou feminina.

Recentemente tenho presenciado com mais frequência um tipo de pré julgamento e conceito muito escrotos. Foi-se o tempo que tatuagem era coisa de bandido, e mesmo assim, ainda é um tema que carrega dificuldades de inclusão em diversas áreas da sociedade. O assunto fica ainda mais delicado quando uma mulher aparece pelas ruas com uma tatuagem mais pesada rabiscada na pele, e é obrigada a ouvir tipos de comentários como "mas não é muito grande?", "você não acha bruta demais?", "você vai acabar perdendo a feminilidade". Por favor, peço encarecidamente desde já que vocês parem com isso.

Desde os meus onze anos, eu sou fascinada por modificação corporal. Um ano depois, eu falava com toda certeza do mundo que a minha ideia era tatuar pelo menos 70% do meu corpo. Aos quatorze anos, eu fiz a minha primeira tatuagem, e não foi florzinha, três estrelinhas na nuca ou uma cereja nos peitos - foi um rabisco de dois palmos e meio na minha perna, oldschool e pesadíssimo. No meio desses anos, fiz mais algumas e, aos dezoito, praticamente fechei meu antebraço com treze morcegos (lembrando que a tatuagem ainda nem está finalizada e já é consideravelmente espaçosa). Alguma dessas experiências me tornaram menos feminina? Não. Se eu tiver que brigar, gritar, ser bruta, bater, xingar, rodar a porra da baiana com alguém, eu vou e isso é independente das tatuagens que eu carrego no corpo. Se eu sentir necessidade de levantar do meu troninho do universo feminino e ser um pouco macho, eu reafirmo que irei. 

O problema não para só quando eu escuto esses comentários, mas quando eu vejo o preconceito escancarado com uma mulher que tem uma tatuagem bruta e a falta dele com alguma que escreveu Clarice Lispector na clavícula. Estamos em pleno século XXI e é cômico como a mentalidade alheia demora a evoluir certos conceitos. A vontade é de deitar em posição fetal e chorar de vergonha das pessoas por reproduzirem incansavelmente esse tipo de pensamento. É preciso ter noção que a casca de alguém não é o que faz de um ser humano uma "maria homem" ou um "viadinho" - e aliás, que termos desprezíveis -, e que a minha ou a tatuagem bruta de fulaninha, não interferem em nada os conceitos que a gente criou com o passar dos anos e que evoluíram independente do nosso físico. 

E se você se perguntar ou me perguntar mais uma vez por qual motivos meu rabisco é muito grande, bruto e aparentemente masculino, eu vou te responder com todas as letras "porque esse é um problema meu" e não vou estar nem sendo grossa, vou partir do conceito que esse aqui é o meu corpo e eu coloco nele o que eu bem entender. O seu direito de reclamação só começa a partir do momento que eu te forçar a colocar algo no seu, e torça muito pra não ser a marca dos meus dedos por todo esse aborrecimento.

OOTD: Top Cropped + Long Lace Skirt

Tô com esse outfit pra postar tem um tempinho, acontece que tava tirando umas férias forçadas daqui e acabei só conseguindo editar as imagens e fazer as montagens hoje mesmo. O que dizer dessa saia que mal vi na arara e já considerei pacas? Tive que comprar, né. Esse tecido de renda transparente por cima com vários desenhos e detalhes super me ganhou de primeira e eu já tava bem loucona por uma saia longa que fosse de cintura alta. Esse cropped vocês já conhecem, que eu também fotografei com uma peça inferior que fosse de cintura alta, porque né não gosto de pagar umbiguinho. Quem me segue na fan page (aqui), sabe como eu fiquei apaixonada por esse óculos que eu ganhei de presente, então finalizei o outfit com ele. Sem mais delongas, espero que gostem.

Top Cropped: Flávia Costa / Saia: C&A / Óculos: Presentinho da Giovana

5 obrigações de beleza que mais me irritam

Alguns dias atrás, eu fiz uma postagem sobre a ditadura da beleza (aqui) e resolvi pegar o gancho e comentar as cinco obrigações giradas em torno da beleza que mais me irritam no dia a dia. É uma lista simples que você com certeza vai lembrar de alguém ou se identificar em uma situação ou outra.

1- Salto Alto
Combinemos o seguinte: se você não trabalha em um lugar que exija esse tipo de sapato, não use salto no dia a dia. Nunca entenderei a razão de raios alguém escolher sair de salto agulha de quinze centímetros no dia a dia, batendo perna, estudando, fodendo a sola do pé. Rotina também é sinônimo de conforto.

2- Maquiagem carregadíssima
O cúmulo da vida é quando você é obrigado a ter vida diurna e vê essas mulheres totalmente rebocadas, com quilos de sombra, glitter, rímel azul neon, blush a la chinelada na cara. Nunca conseguirei entender o tempo que elas perdem de um precioso "mais 5 minutinhos", fazendo essas borrocadas na cara.

3- Roupas Apertadas
Vou deixar claro que não estou me referindo a comprimento de roupa ou o fato dela ser justa, porque acredito que a roupa que você usa não interfere se você é puta ou virgem - e mesmo que interferisse, eu não ligo pra vida dos outros a ponto de isso me irritar. Estou me referindo a conforto, ao tipo de roupa que é tão justa que você mal consegue se locomover na correria da rotina, não consegue sentar de pernas abertas esparramadas nos seus intervalos minúsculos, não tem condição de abaixar pra pegar o lápis que caiu e vive preocupada se a calcinha fio dental que nem dá pra desatolar está marcando. Repito aqui o que disse no primeiro item: rotina é sinônimo de conforto.

4- Unhas sempre feitas e impecáveis
Quem nunca ficou ansiosa no meio da rua e começou a descascar o próprio esmalte, chegou em casa morta de cansaço e esqueceu de passar a acetona - e só se deu conta disso no dia seguinte? Aí quando viu, já tava no caminho da aula/trabalho, com algumas unhas pela metade e uma preocupação completa de alguém ver e achar desmazelo. Querida, não é desleixo não, é que não sou obrigada a estar 100% todos os dias até o fim da minha vida. De vez em quando eu durmo de rímel e em outras vezes eu esqueço de passar a acetona, foda-se isso!

5- Cabelo Penteado
Vou assumir: EU NUNCA PENTEIO O MEU CABELO. Não faz sentido na minha cabeça essas meninas que todas as noites e manhãs dão cem escovadas nas madeixas em todas as posições que dá pra colocar o cabelo, pelo amor de deus. Eu passo os dedinhos ali, dou uma afofada e tá pronto. Messy hair tá na moda, galera. A prova de que não sou só eu é que, enquanto eu escrevia essa postagem, Isabella do The Urban Trends me revelou que só penteia aquela cabelo maravilhoso dela, quando o mesmo está molhado.

TWWD - Saia Estampada

Quinta Feira quase acabando e eu achei que não fosse conseguir fazer essa postagem em tempo - por isso quero pedir total desculpas ao atraso, que me deixou super triste.
A postagem de hoje, como acontece todo mês, é um projeto que realizo com mais cinco blogueiras sensacionais chamado The Way We Dress - se você está perdido, você pode ver a primeira postagem aqui e as outras três aqui, aqui e aqui. Escolhemos esse mês a saia estampada, porque independente do que for, todo mundo tem pelo menos uma. Vocês já conhecem essa minha saia xadrez de alguns outros outfits e essa blusinha eu recebi ontem da loja parceira aqui do blog Acessórios Para Meninas, na qual eu apenas amei e não quero parar de usar nunca mais. Pra completar, coloquei a meia calça preta básica que já é praticamente um pedaço de pele de outra cor embutido em mim e essa botinha super amor que eu comprei recentemente também. Sem mais delongas, eu espero mesmo que vocês gostem!

Blusa: Acessórios Para Meninas (usando o código DIABOLIQUE você ganha desconto nas suas compras no site)
Saia: Renner
Óculos: Presentinho da Giovana linda, estilista mais gata e talentosa do país

Não deixem o outfit das outras meninas, essas lindas:
The Urban Trends | Brilho de Aluguel | Chanel Fake | Mostre as Pernas | Tá Tudo Caro

Ditadura da Beleza

Sempre me perguntam qual o significado do nome do meu blog e eu sempre tenho uma preguiça gigantesca para explicar. A postagem de hoje requer muito esse significado, porque está dentro do mesmo contexto. Quando houve a necessidade de pensar em um nome para um blog de "moda", "universo da beleza" e coisas de mulherzinha em geral, nada veio em mente. Logo que veio, de cara surgiu essa linha de coisas diabólicas, porque hoje em dia o padrão de beleza é tão influente, que chega a ser diabólico. A proposta de hoje é falar um pouco mais sobre essa ditadura da beleza, pegando de gancho o #stopthebeautymadness.


Durante uma fase da minha vida, eu saía de maquiagem todos os dias. Podia chover porquinho da índia e, mesmo assim, eu continuaria usando uma maquiagem pesadíssima no dia a dia - prefiro nem mencionar quando saía à noite. Depois de alguns anos chegando no ponto onde eu não poderia nem ir à padaria colada ao lado do meu prédio de cara limpa, eu decidi que tava errado e aprendi que mais vale meia hora dormindo do que acordar cedo pra se arrumar pra aula. Hoje em dia, eu ainda uso maquiagem. porém o faço com muito mais autocontrole (lê-se: passeio com o meu cachorro de pijama, descabelada, sem maquiagem e não ligo), mesmo criando novos hábitos todos os dias, como o batom vermelho, por exemplo.

O desafio da foto de cara limpa e sem edição parece bobo pra quem vê - e concordo, é realmente chatinho ver gente postando foto sem maquiagem, se vangloriando por isso, indicando mais três pessoas e fazendo disso um loop infinito. Acontece que o propósito do desafio em si é que é genial. O sentido é você conseguir desapegar desse monte de reboco e continuar se sentindo bem consigo mesma sem ele - e não é simplesmente parar de usar, apenas saber que a maquiagem é só um adicional. 

A verdade é que o padrão de beleza é o que você quer que ele seja e aquele que te faça ser confortável com você mesma. Foda-se se você tem olheiras, se estourou uma espinha e agora seu rosto está em erupção, se engordou/emagreceu e ganhou umas estrias de presente, se aquela coca-cola gelada maravilhosa te deu celulite. Foda-se essa ditadura da beleza. Já pensou se a gente se privasse de tudo que nos faz feliz por causa dessa porcaria?

Resenha: BB Maxi

Sumi porque acontece de rolar uma pendência com o blog, se enrolar toda e o cérebro bugar quando você tem muita coisa pra fazer - e acaba não conseguindo fazer nada. Bom, no dia 28 de julho, eu recebi o BB Maxi da marca Maxiline, que é uma marca de produtos profissionais pra cabelo, e eu passei um mês testando no meu cabelo. Esse produto é uma espécie de bb cream para as madeixas, com dez funções diferentes, e serve de modo geral como um finalizador. Antes de eu falar melhor pra vocês da minha experiência e do produto em si, eu gostaria de deixar claro que a minha opinião é bem sincera e eu não recebi nada além do BB Maxi para publicá-la aqui (lê-se: não estou sendo paga para fingir nada, e nem aceitaria dinheiro para isso). 
Todo mundo aqui já tá morrendo de tanto saber como eu sou louca por cabelos e como eu gosto muito de testar novos produtos, por isso, gostaria de deixar uma nota declarando o quão apaixonada eu fiquei por esse finalizador totalmente amor em dobro. Há algum tempo eu passei a hidratar/cauterizar/selar meu cabelo no salão, porque eu tenho um tom de loiro destruidor de fios, mas sentia falta de ter algum produto em casa que mantivesse meu cabelo em um estado de good hair day, depois que o efeito do salão passasse. Também senti muita falta de algo que desse um jeito no meu cabelo nos dias que eu estivesse atrasada - todos haha - e não pudesse fazer nada pra ajeitar direitinho. Foi aí que esse produtinho caiu como uma luva na minha vida. Eu uso o BB Maxi todos os dias, em pouca quantidade (não é preciso de muito para se espalhar e obter um resultado okay), a não ser quando eu lavo em casa e uso um tanto a mais nos fios molhados. Ele pode sim ser usado tanto no cabelo seco, quanto molhado, de formas diferentes:
1- No cabelo seco, você joga o creme na sua mão e espalha no cabelo.
2- No cabelo molhado, você pode aplicá-lo direto no cabelo e pentear.
No decorrer do último mês, nos meus últimos outfits publicados uma - as vezes duas - vez na semana, eu recebi muitos elogios sobre o meu cabelo, porque sim, o produto deu um up inegável. Ele não é um produto melequento, na realidade é um creme bem leve, não deixa o cabelo oleoso e possui um cheirinho super agradável. A embalagem é super boa e resistente, vem em forma de spray - o que me confundiu de primeira, porque eu não achava que era um creme haha sou lerda - e tem um tamanho regular, o que pelo menos facilita se eu quiser viajar com ele ou levar em bolsas de tamanho mediano para onde eu for. Como disse anteriormente, o produto tem dez funções, sendo elas:
Proteção térmica e solar, antifrizz, sedosidade, força e resistência, revitalização, brilho, maciez, reparação, condicionamento e penteabilidade. 
Bom, por fim, se você ficou interessado, você pode entrar direto pelo site da marca e procurar salões que possuam o produto ou comprar em lojas físicas/onlines - nas quais a Maxiline não se responsabiliza pelos preços comercializados. Quero dar ênfase de que o produto está aprovadíssimo e me surpreendeu bastante.

2 séries que você devia assistir [3]

Quem acompanha o blog há algum tempinho, sabe que de vez em quando eu me dedico a fazer esse tipo de postagem indicando séries/filmes que eu assisti e acabei gostando bastante (últimos dois posts desse tipo aqui e aqui). As séries de hoje já são ambas que gostei muito, e acho que é uma dica que vale a pena.

1- Finding Carter
É uma série nova da MTV, que está na primeira temporada e possui apenas 7 episódios no ar por enquanto. Conta a história de Carter, que os 16 anos descobre que a sua então mãe é, na realidade, sua sequestradora. Após a descoberta, a vida de Carter muda e ela tem que descobrir como lidar com a família verdade, irmãos, novos amigos, além de tentar resgatar o único contato com a mãe que ela já teve. É uma série que acabou me prendendo bastante, porque a princípio parece muito dramazinha adolescente, mas envolve fatos bem adultos também.

2- Under The Dome
Acredito que essa algumas pessoas já conheçam. Under The Dome já está na segunda temporada - ainda incompleta - e conta a história de uma cidade onde, uma misteriosa redoma, prende todos os habitantes e visitantes quando cai em volta de toda a cidade. Depois do aparecimento da redoma, a população passa a ter que lidar com os mistérios que a mesma traz e os problemas diários que vão surgindo, a tentativa de escapar, etc.




OOTD: Top Cropped + Hot Pants


Hoje foi um dia que eu resolvi sair mais free bitch na rua - mentira, é que tava meio calor mesmo - e desenterrei essa top cropped camuflada amorzinho do meu armário. Preciso desabafar que cropped e eu temos um relacionamento de amor e ódio, porque ao mesmo tempo que acho super lindinho, tenho muita nóia com o meu esôfago de fora - mas aí olho pra essas mulheres que definitivamente não podem usar e usam mesmo assim, e me sinto bem comigo mesma. Coloquei a hot pants que vocês agora já conhecem, a meia calça e o meu coturno que tem vida própria e anda sozinho já. Juro pra vocês que eu tenho outros sapatos, mas é que coincide de eu estar usando esse no dia das fotos, juro!!! Enfim, parei de falar e espero que vocês gostem.

Top Cropped: Flavia Costa
Hot Pants: Marisa
Coturno: Cicarelli
Óculos: C&A

Guia: Lojas Internacionais que entregam no Brasil

No domingo eu recebi um pedido para fazer uma postagem com lojas internacionais que fazem entrega no Brasil. Eu selecionei seis das que eu considero melhores - em questão de produtos e preços -, porém todas tem o mesmo estilinho, desculpem. Ah, pra quem não tem cartão internacional, fiz uma postagem aqui ensinando como comprar através do PayPal.


1- Sammydress
Essa é uma loja parceira aqui do blog, além de ter uma parceria com muitas outras blogueiras de moda. A diversidade de peças na loja é super okay e os preços também. Com 25 dólares você literalmente faz uma festa por lá. O frete é super baratinho (comprei recentemente dois vestidos e o frete foi apenas $5,90) e é bem fácil de efetuar a compra.

2- Aliexpress
 Esse é definitivamente o mercado livre da China. Lá você também encontra de tudo, por um precinho super amor, e a vantagem é que eles tem entregado um pouco mais rápido no Brasil (só a alfandega que é uma fodidinha mesmo). Outro diferencial é que o Aliexpress já aceita boleto bancário, então você não precisa mesmo ter um cartão internacional ou utilizar o esquema do paypal que citei no início dessa postagem. (Lembrando que hoje, dia 19/08, o Aliexpress estará com descontos absurdos no site)

3- Ebay
Também faz a linha mercado livre, só que é muito mais barato. É super fácil se localizar no site e você consegue encontrar até tamagochi, se você quiser. Uma boa pedida por lá é se jogar nos acessórios - sejam eles anéis, colares, chapéus - que são super lindos, tem um feedback super positivo e ainda são baratinhos.

4- She Inside
 Numa busca eterna por kimonos florais bonitos com fundo preto, a she inside preencheu o vazio de uma busca em vão e me mostrou uma quantidade absurda de produtos maravilhosos. Essa é outra loja que mantém parceria com inúmeras blogueiras de moda e que, até hoje, não ouvi nenhuma reclamação sobre os produtos/entrega. Os preços lá são tranquilos também e é super fácil efetuar compra sem ficar perdido. O frete é grátis em compras a partir de $30.

5- Romwe
Acredito que essa seja uma das lojas parceiras em blogs que mais se ouve falar. A Romwe mantém parcerias com blogueiras do mundo todo - incluindo a Lua, aquela ruiva linda - e tem um padrão de peças maravilhosas. Os preços cabem no bolso e a variedade de produtos é grande, mas na minha opinião, atende mais a moda alternativa. Vale lembrar que a loja tem frete grátis e constantemente coloca produtos em promoção.

6- Oasap
 Tem a mesma pegada da loja anterior, segue uma linha bem alternativa e tem produtos maravilhosos. O frete é barato, porém, para compras acima de $50 é gratuito. Os preços são amor em dobro e é uma loja super simples de se navegar.

Extremismos, brincar de deus e cagação de regra.

Segunda-feira, como de costume, é o dia em que eu libero todo o meu ódio por coisas estúpidas que vejo por aí. Desde já quero dizer que sim, essa é uma postagem polêmica, mas o blog é meu e eu escrevo o que eu quiser, e quem não gostou... I really don't care.

Recentemente, uma onda de mulherzinha sem nada pra fazer, resolveu que seria legal me chamar de machista por opiniões totalmente pessoais. Quero começar declarando que o feminismo - na minha opinião - é uma causa muito maior do que o lance de se depilar ou não, mas tem gente tão focada nisso que, todo mundo que resolve não ser uma floresta negra ambulante, é machista. Vamos criar pontos importantes nessa história:
1- Me depilar ou não é uma opção minha, que não tem a ver com machismo, feminismo, diabo a quatro, e sim com uma questão de gosto pessoal.
2- Tendo o ponto um em mente, apenas quero dizer que gosto é igual cu, cada um tem o seu.
3- Há causas muito maiores para serem protestadas e lutadas do que se fulaninha resolveu se depilar.

O mais interessante é que, esse grupo em especial que dedica sua vida a criticar quem se depila - e a chamar de machista, não podemos esquecer da ofensa-mor -, é também o grupo que grita no megafone o quanto o direito de escolha e a liberdade são coisas essenciais. Ainda sou obrigada a ouvir que o problema de se depilar é a cagação que a pessoa faz com o próprio corpo, como se alguém tivesse algo a ver com isso. Vou ser bem clara: Se eu quiser dar o cu, se eu quiser transar com alimentos, se eu quiser me depilar, se eu quiser tatuar o branco dos olhos, se eu quiser cagar na calçada, eu irei, e isso não diz respeito a ninguém além de mim mesma e foda-se. Precisamos com urgência parar de brincar de deus e achar que temos direito de meter o dedinho indicador na vida alheia e deixar que cada um opte pelo que acha melhor pra si mesmo, apenas. As "se depilar é machismo" de hoje, são os "cigarro mata" de ontem.

Trend: Daisy Print

Não estamos nem em setembro ainda, mas as araras das lojas começaram a ser esvaziadas de roupas grossas e quentes para o inverno e preenchidas com vestidos, saias e roupas leves para a primavera. Não estou tão animada quanto os mortais com o fim do inverno, mas confesso que, entrando em uma loja e outra, descobri uma aposta para a estação de calor menos desagradável - porém, ainda assim bastante - desse ano: Daisy Print.
As margaridas estamparam as saias longas e curtas, os shorts, os vestidos, as blusas e até as top croppeds; invadiram os acessórios e marcaram presença principalmente nas peças com fundo preto. Além delas, os florais também mantém uma participação inegável. O que mais me chamou a atenção foi o investimento em estampas florais na primavera, o que sempre irá me lembrar a Queen Miranda Priestley falando o quanto isso é inusitado (veja o gif aqui).

O bom desse tipo de estampa é que não há mesmo uma restrição de uso, como seria com peças de curto ou longo comprimento. Você escolhe o que dá um caimento melhor no seu corpo e se joga. Preciso admitir que estou louquíssima por essa estampa e já quero adquirir uns vestidinhos e saias pro meu armário. Se você não sabe onde encontrar peças assim, confira abaixo os links:
1- Missguided (todos os produtos com a estampa nesse link)
3- Marisa - Marisa 
4- Aliexpress (todos os produtos com a estampa nesse link)